Aprenda a conciliar sua graduação com o trabalho em 2015

Trabalhar enquanto se está cursando uma graduação é a realidade de muitos jovens. No entanto, alguns deles sentem dificuldade em conciliar os estudos com o início da sua carreira profissional devido o pouco tempo que sobra para que eles se dediquem a vida acadêmica. Se você está passando por algum problema com relação a isso, confira as dicas que a Universia Brasil separou para te ajudar a administrar melhor seu tempo:

1 – Fale com seu chefe

Normalmente, os períodos próximos às avaliações são bastante corridos na vida do estudante, afinal há conteúdos para estudar e trabalhos a serem entregues, sem mencionar as responsabilidades que o esperam no trabalho. Por isso, para que você não fique sobrecarregado, é interessante conversar com seu chefe e procurar nele apoio. Por exemplo, se sua faculdade divulga um calendário de provas, avise seu superior que talvez essa ou aquela semana seja mais difícil e peça a compreensão dele para não exigir que você fique mais horas depois do seu horário por causa de um grande projeto. Mostre comprometimento e consideração quando o fizer como uma maneira de se evidenciar que você valoriza seu futuro profissional, razão pela qual você está pedindo a ajuda dele. Assim, as chances de fazer um acordo amigável com seu gestor aumentam bastante.

2 – Entenda sua rotina

Diariamente, seja no trabalho ou na faculdade, você realiza uma mesma sequência de atividades, certo? Pois saiba que ter plena consciência delas, assim como o tempo que você leva para executá-las, é o primeiro passo para saber atribuir prioridade para seus projetos. Por isso, monte sua lista de tarefas semanal e defina quantos minutos você deverá se dedicar a cada uma. Na primeira semana, você provavelmente terá que fazer ajustes, porque percebeu que precisa de mais empenho em determinada função, mas não se preocupe: com o tempo essa organização se tornará mais natural. Com o cronograma em mãos, você saberá aprimorar seu uso do tempo, sobretudo depois de compreender este novo ritmo de trabalho.

3 – Tenha foco, mas não se pressione

É importante que você preste atenção na aula e nas instruções de seu professor para garantir um bom desempenho nas provas. No entanto, não se frustre se você receber uma nota ruim em alguma disciplina. Às vezes, o cansaço e, portanto, a falta de concentração, prejudica sua nota, de modo que isso não quer dizer que você não saiba nada da matéria. Observe seus erros e use-os como motivadores para aprender. Se você foi mal com tal professor, por exemplo, dedique-se um pouco mais para a disciplina dele, mostre mais atenção em suas aulas. Mas lekmbre-se: não se pressione. Colocar muita cobrança sobre seus ombros tem mais chances de te atrapalhar do que de fato impulsionar seu processo de aprendizagem.

4 – Descanse

Não é arriscado dizer que você já sacrificou uma boa noite de sono para conseguir terminar um trabalho importante da faculdade. Esse hábito é bastante comum entre as pessoas, embora não seja eficiente, afinal você pode até conseguir adiantar seu projeto, mas sua mente não produz tão rapidamente dado seu grau de cansaço. Ainda que você tome várias xícaras de café ao longo da madrugada, você acabe gastando muito mais tempo para realizar uma tarefa relativamente simples. Portanto, durma. Cuide um pouco de você também, nem que seu motivo seja para melhorar sua produtividade profissional e academicamente.

http://noticias.universia.com.br/educacao/noticia/2015/01/23/1118792/aprenda-conciliar-graduaco-trabalho-2015.html

CESVA promove palestra “Autismo e os Desafios na Contemporaneidade”

No último dia 04 de abril, comemorou-se o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, um transtorno de desenvolvimento, que geralmente aparece nos três primeiros anos de vida da criança e compromete as habilidades de comunicação e interação social.

As causas do autismo são desconhecidas, mas sabe-se que a existência deste transtorno é condicionada a múltiplas causas, como fatores genéticos e biológicos. O grau de comprometimento pode ir desde quadros mais leves, como a síndrome de Asperger (na qual não há comprometimento da fala e da inteligência), até quadros mais graves, onde o paciente se mostra incapaz de manter qualquer tipo de contato interpessoal, possui comportamento agressivo e retardo mental.

Alguns fatores são considerados de risco para o desenvolvimento do autismo, como: o gênero, visto que meninos são de quatro a cinco vezes mais propensos a desenvolver autismo do que meninas; histórico familiar; pais que tenham gerado algum filho autista podem apresentar problemas de comunicação e de interação social; crianças com alguns problemas de saúde específicos tendem a ter mais riscos de desenvolver autismo do que outras crianças; assim como a idade avançada dos pais, que aumenta as chances da criança desenvolver autismo até os três anos.

Os sintomas do autismo podem variar de moderados a graves, como ter visão, audição, tato, olfato ou paladar excessivamente sensíveis; ter uma alteração emocional anormal quando há alguma mudança na rotina; fazer movimentos corporais repetitivos; demonstrar apego anormal aos objetos; e ter diversos problemas de comunicação.

A fim de informar sobre as condições e os últimos estudos e descobertas na área, o CESVA/FAA realiza, no próximo dia 28 de abril, a palestra “Autismo e os Desafios na Contemporaneidade”, no auditório do CESVA.